
Oi pessoal! Estou estreando um novo espaço aqui no blog. Um espaço onde um piloto vai falar um pouco da sua experiência, do seu carro, da sua categoria. E quem vai participar para inaugurar o espaço é a Ana Beatriz, da Indy Lights, que venceu a etapa realizada no circuito oval de Nashville, e está na briga pelo campeonato.
Eu bati um papo com a Bia, e fiz algumas perguntas sobre os circuitos ovais, a técnica de pilotagem, o carro da Indy Lights e as corridas nos Estados Unidos. Vejam o que ela comentou sobre os circuitos ovais: "A pilotagem no oval é muito diferente das de circuito misto. Não adianta ser agressivo ou tentar tirar a diferença no braço. O oval é muito técnico e é muito importante conseguir acertar o carro. Se o carro estiver bom, vai pra frente".
Já sobre o carro da categoria de acesso à IRL: "O carro da Indy Lights não foi um carro difícil de se adaptar e é muito diferente de guiar um F3. É mais potente e tem tendência de escorregar de frente. Com isso tive que mudar algumas coisas no meu jeito de guiar. A Sam Schmidt é uma equipe fantástica e eles me ajudaram muito na adaptação aos ovais e ao carro."
Para terminar, ela comenta sobre as corridas nos EUA: "As corridas aqui são um show. A estrutura que eles tem aqui é muito superior. Se for comparar com outra categoria top, como a F1, o contato do público com os pilotos aqui é muito maior. Comparando com os pilotos da GP2, a liberdade que os pilotos da Indy Lights tem de ir aos boxes da Indy e falar com os pilotos é muito maior!."
Eu bati um papo com a Bia, e fiz algumas perguntas sobre os circuitos ovais, a técnica de pilotagem, o carro da Indy Lights e as corridas nos Estados Unidos. Vejam o que ela comentou sobre os circuitos ovais: "A pilotagem no oval é muito diferente das de circuito misto. Não adianta ser agressivo ou tentar tirar a diferença no braço. O oval é muito técnico e é muito importante conseguir acertar o carro. Se o carro estiver bom, vai pra frente".
Já sobre o carro da categoria de acesso à IRL: "O carro da Indy Lights não foi um carro difícil de se adaptar e é muito diferente de guiar um F3. É mais potente e tem tendência de escorregar de frente. Com isso tive que mudar algumas coisas no meu jeito de guiar. A Sam Schmidt é uma equipe fantástica e eles me ajudaram muito na adaptação aos ovais e ao carro."
Para terminar, ela comenta sobre as corridas nos EUA: "As corridas aqui são um show. A estrutura que eles tem aqui é muito superior. Se for comparar com outra categoria top, como a F1, o contato do público com os pilotos aqui é muito maior. Comparando com os pilotos da GP2, a liberdade que os pilotos da Indy Lights tem de ir aos boxes da Indy e falar com os pilotos é muito maior!."
Bacana né? Obrigada Bia, pela participação! Fico por aqui desejando a você muito sucesso! Conte sempre com a nossa torcida! Acelera aí!
(Foto: Indycar.com/pro - Ana Beatriz)


